Panda gigante

Panda

O urso-panda ou panda-gigante é um mamífero da República Popular da China. A pelagem característica é preta e branca, é grossa e lanosa para suportar as baixas temperaturas no ambiente subalpino em que vive, as manchas oculares, membros, orelhas e uma faixa que atravessa os ombros são negras (alguma vezes com um tom amarronzado), o restante do corpo é branco, mas pode se tornar “encardido” com a idade, o panda gigante consome em média, de 9 a 14kg de bambu por dia, é extremamente dócil e tímido, dificilmente ataca o homem, a não ser quando extremamente irritado.
Ainda que o bambu seja rico em água (40% de seu peso, chegando a 90% no caso de brotos), o panda bebe frequentemente água de riachos ou neve derretida.
Pandas se comunicam através de vocalização e marcam território aranhando árvores e urinando nas suas fronteiras.
A gestação é em média de 135 dias, normalmente nascem um ou dois filhotes. Devido à natureza frágil e delicada dos ursinhos, a mãe opta por criar um único filhote. O filhote rejeitado é abandonado à morte. O desmame dá-se com um ano de idade, mas o panda já é capaz de ingerir o bambu em pequenas quantidades desde os seis meses. O intervalo entre as ninhadas é de dois anos ou mais.
Em cativeiro sua dieta consiste em bambu, cana-de-açúcar, mingau de arroz, biscoito especial rico em fibras, cenoura, maçã e batata-doce.
Os pandas gigantes são geralmente solitários, cada adulto tem um território definido e as fêmeas não são tolerantes com outras fêmeas em seu território.
O panda-gigante está confinado ao centro-sul da China. O território total que a espécie ocupa é de aproximadamente 30 000 km².
A baixa taxa de natalidade, a alta taxa de mortalidade infantil e a destruição de seu ambiente natural colocam o panda sob ameaça de extinção.
A palavra panda significa algo parecido com “comedor de bambu”.

Características:
Altura: 65 – 70 cm
Comprimento: 120 – 150 cm
Cauda: 13 cm
Peso: 75 – 160 kg
Tamanho de ninhada: 1 – 2
Desmame: 8 – 9 meses
Maturidade sexual: 5,5 – 6,5 anos (machos)
Longevidade média: 13 anos na natureza e 34 anos em cativeiro

Coelho

Coelhos

Os coelhos são mamíferos, caracterizam-se pela cauda curta e as orelhas e patas compridas. Esses mamíferos encontram-se facilmente em muitas regiões do planeta. O termo é utilizado para referir as espécies de oito gêneros, são herbívoros, ou seja, alimentam-se de folhas, caules, raízes e alguns tipos de grãos.

Um coelho pode viver entre 5 e 10 anos, uma fêmea em fase reprodutiva pode dar de 3 a 6 ninhadas por ano. Em cada ninhada podem nascer de 3 a 12 filhotes. Nas matas e florestas, vivem em buracos ou em tocos de árvores.

Os coelhos selvagens tem hábitos noturnos para fugirem de seus predadores, procuram alimentos durante a noite. Já os coelhos domésticos possuem hábitos noturnos e diurnos.

O peso varia de acordo com a raça ( de 2 kg até 9 kg). A maioria das raças tem por volta de 3 a 4 quilos na fase adulta, sua gestação é de 30 a 40 dias, possui cores diversificada, porém as mais comuns são preto, branco, malhado, amarelado e acastanhado.

O tamanho das orelhas e das pernas dos coelhos é pequeno em relação ao das lebres verdadeiras. A maioria de suas espécies é acostumada a iniciar abertura de galerias no subsolo. O corpo do coelho também tem um tamanho sempre pequeno em relação ao das lebres.

De acordo com a classificação científica, os coelhos são pertencentes, ao reino Animalia, ao filo Chordata, ao subfilo Vertebrata, à classe Mammalia, à ordem Lagomorpha, à família Leporidae.

Foca

Focas

Foca comum: (Phoca vitulina) – Mamífero – Filo Chordata

Ordem: CARNIVORA –  Pinnipedia

Família: Phocidae

Distribuição e Habitat :

Vivem nas águas costeiras do Atlântico Norte e do Pacífico Norte próximo à calota glacial Ártica e e ao longo da costa da Groenlândia. Aparecem tipicamente em bancos de areia, embora também possam ser encontradas em costas rochosas. Vivem em grandes colônias.

Identificação:

A pelagem é cinzenta e mesclada de vários tons, do cinzento-claro ao negro. Os machos medem 1,3 a 1,95 metros de comprimento e pesam cerca de 100 kg. As fêmeas são ligeiramente mais pequenas e leves. As focas-comuns (tal como as restantes focas e mamíferos marinhos, em geral) possuem uma espessa camada de gordura sob a pele, que as protege do frio. A cabeça é grande relativamente ao corpo e apresenta narinas em V. Ao contrário dos leões-marinhos, as focas não têm orelhas, sendo esta uma das características que mais facilmente distingue estes dois grupos de animais. Estão muito bem adaptadas à locomoção na água e deslocam-se com dificuldade em terra, arrastando o corpo no solo com o auxílio das barbatanas anteriores.

Hábitos:

São essencialmente sedentárias, embora a área de alimentação seja bastante variável. Quando em terra, juntam-se em grandes grupos, com cerca de 1000 indivíduos.

Dieta:

Alimentam-se de peixes, lulas e crustáceos. Os juvenis ingerem sobretudo crustáceos.

Reprodução:

A corte e o acasalamento decorrem na água. O acasalamento dá-se após o desmame da cria nascida nesse ano. O período de gestação dura 10,5 a 11 meses, incluindo um período de 45 a 90 dias de implantação retardada. A altura dos nascimentos varia com a localização geográfica (estes ocorrem em Fevereiro, na Baixa Califórnia; em Março ou Abril, na Califórnia; em Junho ou Julho, na Europa, no Norte do Pacífico e na região ártica do Atlântico Norte). A fêmea pare uma única cria, em terra firme, que é amamentada durante cerca de quatro a seis semanas. Assim que nasce, a cria já está apta a nadar e mergulhar. A maior parte dos machos atinge a maturidade sexual aos seis anos de idade e as fêmeas aos três a cinco anos de idade.

Estatuto de conservação e principais ameaças:

A espécie não se encontra globalmente ameaçada (segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza). A poluição constitui um dos maiores fatores de ameaça, quer diretamente (causando problemas respiratórios) quer indiretamente (pela morte dos peixes de que se alimentam). Contudo, foram tomadas medidas de proteção, pelo que ainda é relativamente comum.

Baleia Cachalote

Baleias


NOME POPULAR: Baleia-cachalote
NOME CIENTÍFICO: Physeter macrocephalus
TAMANHO: 14 a 20 metros de comprimento
PESO: 30 toneladas

O cachalote ou cacharréu é a maior das baleias com dentes, bem como o maior animal com dentes atualmente existente. Mede até 18 metros de comprimento. Esta baleia tem como característica distintiva o fato de possuir na cabeça, uma substância cerosa de cor leitosa: o espermacete, uma substância oleosa cuja densidade pode variar do líquido ao sólido e que serve para controlar a estabilidade em mergulhos profundos e garantir sua flutuabilidade.

A enorme cabeça e a forma distintiva do cachalote, bem como o seu papel na obra Moby Dick de Herman Melville, levaram muitos a descreverem o cachalote como o arquétipo de baleia por excelência. O cachalote foi caçado nas águas dos arquipélagos portugueses da Madeira e Açores até 1981 e 1984 respectivamente.

A forma quadrada de sua cabeça, que corresponde a 40% de seu corpo. Possui uma coloração escura uniforme, que vai do cinza ao marrom, com pele enrugada, principalmente na parte posterior do corpo. Um de seus inimigos naturais são as orcas.

O período de gestação é de, aproximadamente, onze meses, com o nascimento de apenas 1 filhote, com cerca de 4m e pesando 1 tonelada. Fêmeas adultas atingem 12m e os machos 18m. O peso médio do macho é de cerca de 45 toneladas, e o da fêmea 20 toneladas.

Pode ser encontrada em todos os oceanos, entre 60º N e 70º S. No entanto, só os machos percorrem grandes distâncias para chegarem aos extremos do globo.

Uma outra espécie conhecida como Cachalote-anão (Kogia simus), apesar do nome parecido (português), não tem muito haver com a Cachalote tradicional.

A Cachalote-anão apresenta a boca posicionada ventralmente, parecida com a de um tubarão. Na cabeça, existe o órgão do espermacete, similar ao da cachalote. Possui pequenos sulcos irregulares na região da garganta. Podem chegar até 3.5 m e pesam em torno de 210 kg. Sua gestação é igual a da Cachalote tradicional, diferenciado apenas no tamanho de sua cria que chega a 1.2 m. Alimenta-se de lulas e podem ser encontradas em zonas tropicais.

Sapo-boi

Sapos


Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Amphibia
Ordem: Anura
Família: Bufonidae
Gênero: Rhinella
Espécie/Nome Científico: Rhinella schneideri
Nome Popular: Sapo-boi, sapo-cururu

Alimentação: Insetos, principalmente da Ordem Ordem Hymenoptera.

Reprodução: Os machos costumam vocalizar próximos a lagos, lagoas e açudes, em áreas abertas apenas a noite. O amplexo (abraço nupcial) pode durar 40 horas até que ocorra a ovoposição e o acasalamento pode durar até 10 horas. A desova é feita na forma de cordões gelatinosos em ambientes lênticos (ecossistemas aquáticos de água parada).

Características: Anfíbios de grande porte com membros curtos, coloração varia de castanho-claro a escuro, pele áspera e seca. Possui glândulas de veneno atrás dos olhos e atrás das tíbias, se ingerido pode causar complicações nos sistemas nervoso e circulatório.

Habitat: Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica, tem ampla distribuição na América do Sul, sendo encontrados na Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai. Estão bem adaptados às áreas degradas e podem ser encontrados nos centros urbanos.

Atividade: Se alimentam em baixo de postes de iluminação que atraem insetos, podem ser encontrados a quilômetros dos cursos d’água, durante o dia se escondem em baixo de pedras e troncos de madeira.

Classificação IUCN: Pouco preocupante – A espécie tem uma ampla distribuição e se adapta muito bem às áreas alteradas pelo homem.

?>