Botão-de-ouro, pingo-de-ouro

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Foto:Célio F. B.Haddad
Reproduzida do livro:
“História Natural da Serra do Japi”

Nome científico: (Brachycephalus ephippium)

Características
Mede 14 mm. Caminham vagarosamente de modo característico, raramente pulam, sua cor é vistosa, essas duas características podem estar associadas à presença de substância tóxica na pele, semelhante à tetrodotoxina, provavelmente tem função defensiva contra predadores.

Hábitat
Matas da Serra do Mar e da Mantiqueira, na região de Campinas é encontrado em áreas florestais do planalto, em altitude superior a 1000 m.

Distribuição
Ocorre desde a Bahia até o Paraná.

Hábitos
Hábitos diurnos, podem ser encontrados em grande números em manhãs ensolaradas, após fortes chuvas de verão.

Reprodução
A desova é terrestre, composta de poucos ovos despigmentados e ricos em vitelo.

Manifestações sonoras
Os machos vocalizam sobre serrapilheira.

Bibliografia
Edmunds 1974
Frost 1985
Sebben et al. 1986
Haddad & Sazima 1992, “História Natural da Serra do Japi”

Fonte: www.faunacps.cnpm.embrapa.br


PERERECA (Hyla sp. e Phyllomedusa sp.)

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Hyla arborea


Hyla versicolor


Hyla circundata


Hyla pulchella

Características – os ossos dos dedos são elásticos e na extremidade de cada dedo existem pequenas almofadas adesivas com que se prendem facilmente aos galhos. Além disso, são dotados de membranas elásticas (interdigitais), que quando estendidas formam uma espécie de pipa. Encurvando o tórax e estendendo as pernas, as pererecas podem realizar vôos de quase dois metros.
Habitat – brejos, pântanos, florestas
Ocorrência – todo o Brasil
Hábitos – noturnos e crepusculares
Alimentação – insetívoros
Reprodução – ovos são fertilizados pelo macho após à postura. Primeiro escolhem uma árvore pendente sobre o pântano ou charco. Os ovos, depositados nas folhas dos ramos mais baixos, estão envolvidos em uma substância pegajosa, parecida com clara de ovo. A fêmea, ajudada às vezes pelo macho, bate essa massa com as patas traseiras até que ela fique com o aspecto de clara batida em neve. Quando nascem, os girinos secretam uma substância que os livra da massa pegajosa. Caem então no pântano e começam sua vida aquática.

Fonte: www.vivaterra.org.br


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